Steam'i Yükleyin
giriş
|
dil
简体中文 (Basitleştirilmiş Çince)
繁體中文 (Geleneksel Çince)
日本語 (Japonca)
한국어 (Korece)
ไทย (Tayca)
Български (Bulgarca)
Čeština (Çekçe)
Dansk (Danca)
Deutsch (Almanca)
English (İngilizce)
Español - España (İspanyolca - İspanya)
Español - Latinoamérica (İspanyolca - Latin Amerika)
Ελληνικά (Yunanca)
Français (Fransızca)
Italiano (İtalyanca)
Bahasa Indonesia (Endonezce)
Magyar (Macarca)
Nederlands (Hollandaca)
Norsk (Norveççe)
Polski (Lehçe)
Português (Portekizce - Portekiz)
Português - Brasil (Portekizce - Brezilya)
Română (Rumence)
Русский (Rusça)
Suomi (Fince)
Svenska (İsveççe)
Tiếng Việt (Vietnamca)
Українська (Ukraynaca)
Bir çeviri sorunu bildirin
O Hugo acordou com o sol a brilhar,
decidiu nesse dia que ia brilhar.
Vestiu-se apressado, com casaco e um laço,
mas escorregou no tapete bem raso.
“Que comece a aventura!”, gritou com emoção,
e saiu de chinelos, sem ter noção.
No parque encontrou um baloiço engraçado,
sentou-se… partiu-se! Foi um voo controlado.
Depois foi ao lago com ar de corajoso,
“Vou nadar!”, disse ele, num tom vitorioso.
Mas o lago era fundo — e ele pensava que raso —
saiu todo molhado, com lama até ao braço!
Parou numa feira para comer um pedaço,
mas mordeu um limão… fez careta de traço.
“Estou farto de azares!” — gritou com cansaço,
“Vou para casa, que hoje o mundo é um embaraço!”
Chegou e a mãe riu: “Tu és um arraso!
Pareces um herói… mas sempre no raso!”
E o Hugo, sorrindo, sem perder o compasso,
respondeu: “Sou famoso por cair com graça e abraço!”
| Windows [-][口][×] |
| ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄  ̄ ̄|
| O Windows detectou que você é paneleiro. |
| Isso é verdade? |
| ______ ______ _____ |
| |Sim | |Sim | | Sim | |
|  ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄  ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ ̄  ̄ ̄ ̄ ̄ ̄ |