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73.9 hrs on record (73.8 hrs at review time)
O sucessor espiritual de harvest moon
Posted 27 November, 2024.
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17.7 hrs on record
Péssimo game.
- Quase não existe fanbase para jogar essa tranqueira, ou seja é um "lobby simulator", ou vc joga numa sessão solo
- Movimentação irreal dos inimigos, além da IA ser BEM burra
- Uso/manejo de acessórios em armas nada intuitivo
- Objetivos não claros, e nada intuitivos
- Map Design porco
Posted 26 November, 2024.
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70.4 hrs on record (65.7 hrs at review time)
Queria pescar um tucunaré !
Posted 21 November, 2023.
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246.8 hrs on record (245.3 hrs at review time)
Um dos melhores jogos que joguei na minha vida !
Posted 29 November, 2021.
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4.1 hrs on record
Quem não sentiu medo com Outlast é porque ainda não jogou. Outlast é um game de terror com elementos stealth e tem como foco a fuga e exploração de um hospital psiquiátrico. Outlast lembra um pouco jogos e filmes famosos, como R.E.C Amnesia: The Dark Descent e Fatal Frame, porém aqui não existe o fenômeno paranormal, apenas a loucura e carnificina.


História:

A história é bastante simples seguindo de forma linear, existe apenas um final em cada campanha.
A campanha principal se inicia quando o protagonista Miles Upshur, jornalista investigativo recebe um estranho e-mail dizendo que coisas horríveis e cruéis aconteciam no Hospital Psiquiátrico de Mount Massive. Podendo ser a matéria da sua vida, Miles vai a caminho do hospital para investigar.Chegando lá já algo estava estranho aparentemente o sanatório estava abandonado e nosso protagonista invade as instalações.

Ao entrar Miles encontra vários soldados aniquilados e vários internos uns mais medrosos, outros um pouco violentos e alguns verdadeiros psicopatas, ao percebendo todo o terror,carnificina e calamidade que toma o Hospital ele tentar fugir e acaba sendo abordado por Chris Walker e acaba sendo salvo por um interno que se diz Padre. O que era para ser a matéria de sua vida, se transforma na luta por ela.

A campanha da DLC Whistleblower ocorre um pouco antes e também durante a campanha principal e tem como protagonista Waylon Park, um engenheiro de software e trabalha na manutenção dos sistemas de informações em Monte Massive, após presenciar inúmeras barbaridades, Waylon envia um e-mail para um jornalista investigativo, e acaba sendo descoberto por seus superiores, sendo submetido como cobaia de experimentos, assim como os outros pacientes. Durante seu "tratamento" a rebelião do Hospital se incia e uma estranha entidade parecida com uma fumaça negra começa a desimar pacientes e funcionários da instituição, a partir desse evento Park luta para sobreviver e fugir do manicômio.

Outlast não é um jogo para qualquer um, temos várias cenas fortes e chocantes que incluem assassinatos, canibalismo, necrofilia, tortura, mas tudo isso muito bem implementado no universo do jogo deixando-nos ainda mais perturbados com tudo


Gráficos e som:

Outlast possui gráficos muito bons ambiente são bem detalhados, as sombras e escuridão do ambiente dão um toque especial a atmosfera de terror. As expressões faciais dos pacientes são muito bem trabalhadas, e geralmente totalmente desfiguradas, e com um olhar de frieza, evidenciando o quão loucos são.

A Ambientação é muito bem feita, deixando o jogador tenso ou horrorizado com muitas cenas de violência extrema. e por ser muito escuro muito detalhes gráficos passam despercebidos. O cenários são resumidos em corredores, cozinhas, ginásios, ambientes hospitalares, rechiados de resquícios de violência extrema.

Um ponto alto de Outlast está em sua trilha sonora extremamente tensa e nos efeitos de ambiente, por exemplo, em um momento de fuga a respiração do protagonista aumenta, sendo possível até ouvir os batimentos cardíacos do personagem. Os sons de ambiente mudam de acordo com a situação tocando uma musica rápida e aguda nos momentos de fuga, e o silencio combinado aos seus passos e respiração durante os momentos mais "tranquilos".


Jogabilidade:

Tanto na campanha principal quanto no DLC temos o mesmo tipo de experiencia e jogabilidade igual sem diferenças de um personagem para o outro.

Outlast tem uma jogabilidade bastante simples, o jogo possui câmera em primeira pessoa com um detalhe não muito comum, ao olharmos para baixo podemos ver toda parte inferior do corpo do personagem, apesar disso não existe nenhum tipo de combate, podemos resumi-lo em correr MUITO e se esconder. Podemos escapar dos "pacientes" de diversas maneiras seja escalando alguma parede, escondendo-se em um armário, embaixo de uma cama, ou correndo sem rumo em meio a escuridão.

A mobilidade do personagem é muito boa e percebemos o capricho que a produtora teve com os movimentos do personagem tornando nossa experiência ainda mais realista. Durante ambas campanhas passamos o tempo todo com uma câmera que além de auxiliar com sua função de visão noturna, serve para filmar algumas cenas que geraram anotações no diário de nosso protagonista descrevendo uma observação pessoal sobre a cena ou seus sentimentos. Tais cenas com a câmera nos dão um experiencia muita parecida com a do filme R.E.C.

No jogo coletamos arquivos que ajudam a entender um pouco mais sobre oque acontecia nas instalações do Hospital Psiquiátrico Monte Massive, baterias para manter nossa câmera ligada e chaves para continuar prosseguindo no game.
A Campanha principal tem aproximadamente 6 horas de gameplay somado a 3 horas garantidas pela expansão Whistleblower.


Pontos negativos:

A Campanha da expansão é muito curta e não de existe nenhuma novidade em jogabilidade comparado com a campanha principal sendo somente um complemento da história e um ponto de vista diferente dos horrores do sanatório.
Faltam itens para nos ajudar seja uma injeção de adrenalina, uma pedra para distrair inimigos, ou alguma coisa para um combate minimo.
Existem raras situações em que os loucos, simplesmente param de correr atrás de você em locais nos quais eles conseguiriam te pegar sem problemas algum

Conclusão:

Para os amantes do terror Outlast trás uma experiencia única, com um enredo interessante e um atmosfera de terror e horror muito bem trabalhada.
Posted 1 September, 2016. Last edited 21 November, 2023.
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24.2 hrs on record
Alguns games são lembrados por sua jogabilidade inovadora, outros pelos gráficos e poucos pela história, Bioshock conseguiu unir esses 3 elementos de forma perfeita entrando na lista dos 1001 Videogames para Jogar Antes de Morrer. Bioshock não é como nenhum outro jogo de tiro que eu tenha jogado, superando completamente minhas expectativas onde a história tem grande importância. E com isso se tornou uma das melhores séries de jogos eletrônicos já lançada.

História:
A história de Bioshock é extremamente complexa, seguindo de forma linear podendo ter finais diferentes com uma pequena escolha, matar ou não as "little sisters".
A decadência da "cidade perfeita" é simplesmente magnífica, sendo uma forte crítica a sociedade atual, abordando questões filosóficas como livre arbítrio, altruísmo, moral, capitalismo, socialismo e a natureza do homem.
No início, não sabemos nada, depois vamos coletando diários e arquivos de figuras importantes de Rapture e começamos a perceber que nada é por acaso. É importante prestar atenção em cada diálogo, diários e todos pequenos detalhes do jogo, se não você terá aquela sensação de estar perdido.

O jogo se passa em 1960, e tem um inicio inusitado, com um suposto "acidente" no avião em que nosso protagonista Jack estava. Com isso, o avião vem a cair no meio do Atlântico norte, e por nossa sorte o local de queda é em frente ao farol no meio do nada. Mal sabia ele que esse farol o levaria para Rapture, uma espécie de "Atlantis" dos anos 1940.

Ao entramos no farol pegamos uma espécie de submarino que nos leva diretamente a cidade. Chegando percebemos de cara que o caos domina a cidade e uma "Splicer" (pessoa desfigurada e ensandecida pelo uso constante ADAM) assassina um homem em frente ao seu submarino. Nesse momento, a partir de um rádio portátil, um homem intitulado "Atlas", começa a nos guiar, sendo a nossa única esperança de sair de Rapture vivo e em troca pede ajuda para resgatar sua família. Atlas é a peça principal do game que nos guia através do jogo inteiro.

Existe um livro que conta detalhadamente a criação do sonho de Adrew Ryan e sua queda, chamado Bioshock: Rapture de John Shirley. Descrevendo rapidamente, Rapture é uma cidade construída em segredo no meio do Atlântico norte, sendo uma tentativa de utopia, um sonho que Andrew Ryan patrocinou e reuniu o maiores cientistas e artistas da época para viverem esse sonho, onde não haveria um governo opressor impedindo o progresso. A meta original de Rapture era criar uma sociedade capitalista livre de interferências religiosas e governamentais, onde qualquer cidadão poderia conseguir para seu próprio ganho, ao invés de se rebaixar a realizar os desejos dos outros. As idéias de base do jogo e livro são fundadas a partir da obra literária "A Revolta de Atlas", da filósofa Ayn Rand.



Gráficos e som:

Os gráficos de Bioshock são muito bons para época em que foi lançado, todo efeitos de ambiante são bem detalhados , reflexos da água e o mais legal respingos de água na tela. As estruturas de Rapture lembram muito a cidade de Nova York com seus arranha céus, holofotes e letreiros deixando a cidade sempre brilhante.
Infelizmente mesmo que os gráficos sejam muito bons para época, as expressões faciais não tiveram o mesmo cuidado.

O ambiente do jogo é todo obscuro devido a decadência de Rapture com um toque luxuoso da década de 1940. Podemos ver a ferrugem,o limo e vazamentos em todos ambientes, evidenciando ainda mais o descuido da cidade. Encontramos vários tipos ambientes: escritórios, jardins, teatros, frigoríficos, laboratórios e a maioria deles consegue passar essa sensação de que já foram belos um dia. A direção de arte do jogo caprichou em cada detalhe.

O mais legal são os pequenos detalhes como as propagandas de plasmídeos e de produtos, que lembram muito aquelas antigas propagandas da década de 1940, os símbolos religiosos (proibidos em Rapture) e a autenticidade dos móveis e objetos da época.

A trilha sonora nós trás de volta a década de 1940 com músicas que remetem bastante a época com direto a um bom Jazz e um toque de música clássica. Nas cenas de suspense temos músicas tensas que abusam do agudo para nos deixar ainda mais atormentados.

Boa parte da história do jogo é contada através de diários de áudio e neles podemos perceber um detalhe curioso, a gravação lembra a qualidade de um vinil.
Todo ambiente responde com você, o som de gotas tocando o metal, vazamentos de água, da eletricidade, sem esquecer dos diálogos feitos pelos cidadãos enlouquecidos, que reforçam ainda mais sua loucura.



Jogabilidade:
O jogo segue o modelo de jogos de tiro antigos como "Half Life (1998)", mas agora substituímos o icônico pé de cabra por uma chave inglesa. O grande diferencial de Bioshock são os poderes obtidos com ADAM, os plasmídeos. Imagine-se lançando bolas de fogo, neve, eletricidade, ciclone, poderes de telecinese entre muitas outras modificações genéticas.

Há um arsenal relativamente curto, onde carregamos até 8 armas simultaneamente, sendo que a maioria contem 3 tipos de munição, e ainda existem alguns elementos de RPGs, os quais são as melhorais dos plasmídeos, do personagem e das armas que podem ser obtidos de forma limitada com o decorrer da campanha.

A inteligência artificial dos inimigos é um pouco ruim, onde parece que o objetivo deles é só matar e matar, o que os torna bastante previsíveis. Mesmo com a pouca variedade de tipos de inimigos, isso não impede que seja desafiador e não torna o jogo monótono, afinal a medida que progredimos os inimigos ficam cada vez mais fortes, tornando-se um desafio abate-los.

O game tem aproximadamente 20 horas de gameplay, e 3 finais alternativos que são definidos pela forma que você joga o game.



Pontos negativos:

Existe um mini-game ao hackear qualquer máquina, no qual se resume a um jogo de ligar os tubos d'água de um ponto a outro, o que as vezes é bem chato e cansativo.

O combate não é tão dinâmico quanto em seus sucessores, já que não é possível equipar plasmídeos e armas ao mesmo tempo.

O game não foi lançado com legendas em português, mas isso pode ser resolvido baixando uma legenda da TriboGamer.
A versão Steam no PC não contem o sistema de conquistas, o que é chato e não instiga o jogador a buscar algum segredo ou fazer alguma jogada mais complexa.
Falta um modo multijogador, seja em combate Death Match ao estilo quake, ou algum modo cooperativo de campanha.




Conclusão:
O game merece estar em sua coleção, e te deixa ansioso por uma sequência. Apesar de existirem vários jogos de tiro, Bioshock é uma obra prima, fazendo nome na 7 geração de consoles juntamente com títulos como Metal Gear, Half Life 2, e Call of Duty Morden Warfare. Não pense duas vezes e mergulhe nos mistérios de Rapture.
Posted 19 July, 2016. Last edited 3 May, 2019.
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28 people found this review helpful
28.3 hrs on record (26.3 hrs at review time)
Introdução:
O jogo da Telltale tem tudo que um fã de Game of Thrones busca. E o melhor, em vez de ficar sentado assistindo, nós podemos fazer parte da história e jogá-lo de nossa forma ditando o destino de nossa casa. Caso você não tenha muita habilidade com games, não se desaponte, pois, qualquer pessoa pode jogar, Game of Thrones não é daqueles jogos em que ficamos horas tentando resolver um quebra cabeça ou tentando matar um chefe impossível, o seu foco está completamente na história e nos diálogos. A desenvoltura do enredo é extremamente cativante, começamos sem nenhum tipo de vínculo com a casa Forrester, mas depois criamos algo especial e lutamos por nossa casa. E assim como eu, vocês irão odiar ainda mais Ramsay e os Boltons.
Game of Thrones da Telltale é o tipo de jogo que ao finalizar o capítulo, te deixará de queixo caído e ansioso com sua continuação. Com o progresso, consequentemente, você cria elos com a história e seus personagens.


História:

O game tem como foco a história da casa Forrester, casa que é vagamente citada nos livros, sendo uma casa bem pequena. Eles administram as florestas de Ironwood, a madeira mais resistente conhecida no mundo de Game of Thrones, usada principalmente fabricação de armas, sendo assim, outras casas desejam ter essa riqueza para si. O jogador controla 5 membros da família Forrester, onde a escolha de um afeta diretamente no futuro da outra, e determina o destino de sua casa. Todo enredo da primeira temporada é divido em 6 capítulos.
No início da guerra dos cinco reinos, os Forrester juraram lealdade aos Starks e seus principais rivais são: a casa Bolton e os Whitehill.
Nossa jornada começa com um "belo acontecimento" visto na série e livros, o Casamento Vermelho. Toda tropa Forrester estava fora do castelo de Walder Frey, comemorando a união Edmure Tully e Roslin Frey. Como todos nós sabemos a família Stark foi traída e a maioria de seus vassalos e homens são assassinados durante o evento.
Gared Tuttle, escudeiro do lorde Gregor Forrester, recebe uma missão importante: entregar a espada de Ironrath em mão do herdeiro do trono e buscar o Bosque do Norte, uma gigantesca fonte de Ironwood.
Durante seu caminho de volta a Ironrath, Gared passa pelo sua fazenda e encontra sua família assassinada por um pequeno grupo de soldados de Whitehill. Em seu momento de fúria Gared mata alguns dos soldados enquanto o soldado que liderava a patrulha foge jurando vingança aos Forresters.
Ao chegar em Ironrath, Gared é banido para evitar mais conflitos com os Whitehill e tem o destino fadado a muralha e sua busca do Bosque do Norte começando assim sua saga.
Ethan Forrester, mesmo sendo uma criança, é o filho mais velho vivendo na casa Forrester e torna-se o lorde da casa. Desde o início, Ethan é submetido a ter que tomar escolhas tensas, o que exige grande responsabilidade e sabedoria do pequeno lorde.
Myra Forrester, irmã mais velha de Ethan, vive em King's Landing, como uma dama de companhia de Margaery Tyrell. Quando recebe as notícias de sua família, Myra entra em um dilema, pedir ajuda para futura rainha ou calar-se e buscar alguma outra forma de ajudar sua família.



Gráficos e som:

Game of Thrones segue a tradição de todos os outros títulos da Telltale, possuindo gráficos totalmente cartoonizados. Mesmo que cartoonizadas, todas as expressões faciais são muito bem detalhadas, sendo perceptível o capricho comparado com os outros títulos da produtora. As paisagens tentam simular um tipo de pintura, porém não foi um trabalho tão bem feito, as bordas são mal otimizadas e não existe nenhum recurso de anti-serrilhado no jogo, o que gera aquela sensação de embaçamento. Os efeitos gráficos (sombras, luz, água, neve e fogo) são razoavelmente bons, condizendo com todo o cenário e texturas dos personagens.
Todos os cenários são pequenos e bem detalhados, incluindo tabernas, salões medievais, pequenos trechos em florestas, pequenas fazendas, etc. Cenários vistos na série, como, por exemplo, a sala dos tronos é extremamente fiel.
O jogo tem uma dublagem extremamente bem produzida, todos os personagens sendo muito bem representados e ainda com os próprios atores da série de TV dublando seus personagens.
A trilha sonora inclui faixas da série e exclusivas, que combinam muito bem com toda atmosfera do game e com o momento em que são inseridas.


Jogabilidade:

Não há nada de inovador, para quem já conhece os jogos da Telltale. A maior parte do jogo é feita através de cinemáticas onde são apresentadas escolhas de respostas ou ação, isto é, o jogador decide o que fazer, podendo afetar completamente (ou não) o futuro do jogo. Infelizmente, nem todos acontecimentos do jogo podem ser mudados, então não adianta de nada fazer uma escolha diferente, que determinado fato irá acontecer, você querendo ou não.

Existem pontos em que você fica "livre" para explorar um pequeno cenário para obter itens que podem ser usados no futuro e dialogar com outros personagens que podem te fornecer alguma informação útil. Nos poucos momentos de ação são utilizados "Quick Time Events". Devido a isso o jogo é mais do tipo assistir e responder do que cenas de ação, tornando a jogabilidade um pouco monótona. Não existe dificuldade para passar de nenhuma parte qualquer jogador iniciante ou veterano conseguiria prosseguir sem dificuldades no jogo, mas não fiquem desanimados, afinal seu ponto central é completamente a história, e digo, que história! Minha dica para o jogador de primeira viagem é: faça todas escolhas baseados nos seus princípios e no que você realmente faria, e tenha uma experiência fantástica.


O tempo total de gameplay de todos os 6 capítulos é de aproximadamente 15 horas, podendo se estender para cerca de 25 horas caso você queira saber a consequência de cada escolha.



Pontos negativos:

Todas suas versões não têm nenhum tipo de tradução oficial, apenas a versão PC tem uma tradução feita por fãs disponibilizada pela Tribo Gamer, que está muito bem produzida.
Poderiam haver mais filtros e opções de customização do gráfico.
O jogo é do tipo em que me surpreendo e fico maravilhado com sua história, mas jogo e finalizo apenas uma vez. Não há nada que te motive a jogar o jogo novamente, apenas a curiosidade saber as consequências se suas escolhas fossem diferentes, mas nada de itens especiais, segredos, easter eggs, falta conteúdo adicional, e também um melhor sistema de "conquistas", porque só em finalizar o game consegui 100% delas, o que é bem estranho.
Os capítulos são lançados por temporada. Mesmo comprando o jogo completo você deve aguardar a data de lançamento de cada capítulo, o que não é um problema agora já que a primeira temporada já foi totalmente lançada.

Conclusão:

Quando me perguntam sobre título da Telltale, a primeira coisa que vem em minha cabeça é um ótimo game do gênero e uma boa dica para quem gosta de uma boa história e não liga tanto para jogabilidade ou gráficos. O que mais diverte o jogador é a sensação de quero mais e seu fascínio pela história do jogo. Aos fãs é uma experiência incrível encontrar-se com Tyrion e ver o quão carismático o personagem é ou deparar-se com Ramsay Snow e odiá-lo ainda mais.
Sentir-se parte da história é o segredo do sucesso desse jogo.
Posted 29 June, 2016. Last edited 21 November, 2023.
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4 people found this review funny
2
11.5 hrs on record (11.4 hrs at review time)
O game garante batalhas memoráveis com ótima trilha sonora, gráficos relativamente belos e uma história épica da família de caçadores de vampiros, os Belmonts, além do sentimento de nostalgia de suas versões em 2D, lançadas para o Nintendinho, Super Nintendo, Playstation, portáteis entre outras plataformas. Com elementos dos clássicos Castlevania (1986), Castlevania: Dracula X (1995), um esquema de exploração semelhante ao renomado Castlevania: Symphony Of The Night (1997). Castlevania: Lords of Shadow - Mirror of Fate é uma verdadeira obra de arte para os fãs, com surpresa, temos 4 personagens jogáveis, sendo alguns deles antigos heróis aclamados, Gabriel Belmont, Simon Belmont, Alucard e Trevor Belmont, agradando tanto aos amantes dos primórdios em 2D quanto a geração atual, sem perder a dinâmica de combate elaborados ao estilo do reboot: Lords Of Shadow (2010).


História:
O jogo dá continuidade ao fim do primeiro Lords Of Shadow, nele temos uma série de novidades. Todos os personagens têm pontos de suas histórias completamente ligados, com muitos segredos e enigmas a serem desvendados sobre cada personagem. Cada capítulo conta a história de um dos protagonistas, de forma linear, cada uma delas ligadas através do fragmento do espelho do destino.

O Game é dividido em 4 capítulos cada um sendo protagonizado por um personagem diferente,


Gráficos:

O jogo é inteiramente em plataforma 2D com gráficos em 3D. Os gráficos cartoonizados, semelhante aos games da TellTale (Game of Thrones - A Telltale Games Series, The Walking Dead e Wolf Among Us), devem-se ao jogo ter sido feito para 3DS (portátil da Nintendo), posteriormente ganhado ports para as demais plataformas posteriormente. Durante todo o gameplay vemos calabouços, cavernas, torres de relógios, salões luxuosos, todos com um toque obscuro, mas incrivelmente belo.O traço dos personagens são bem trabalhadas, mas ainda faltam detalhes em suas expressões faciais, o que deixa de passar um pouco de emoção durante as cinemáticas. Os efeitos de partículas como fogo, água, faísca, e eletricidade são satisfatórios atendendo o padrão cartoonizado do game.
A pouca variedade de inimigos é um ponto notável, durante o game play percebi que demorava muito para que surgissem novas criaturas, contando com um bestiário de 32 criaturas variadas entre eles criaturas clássicas como zumbis, morcegos, tritões, esqueletos, etc.


Jogabilidade:
A jogabilidade é incrivelmente divertida, o sistema de combate em 2D é simples e intuitivo, semelhante ao “Lords of Shadow”, e para os iniciantes em jogos do gênero ainda contamos com uma lista de movimentos. Encontramos muitos quebra-cabeças durante todos os arcos do jogo, o que quebra um pouco da monotonia de exploração e combate, o que é um ponto bem divertido. Em alguns momentos também utilizamos Quick Time Events, principalmente na luta com algum boss.


Cada personagem tem suas próprias armas e habilidades especiais, obtidas com o progresso no jogo. O curioso é que tais habilidades fazem menção a vários jogos antigos como a neblina e forma de licantropo de Alucard, vista em Symphony Of The Night, os machados e frascos de fogo arremessados por Simon, armas presentes em vários títulos do Castlevania
Levei aproximadamente 9 horas para finalizar o game com 100%, mas para os apressadinhos temos uma jogatina de aproximadamente de 7 horas.


Pontos negativos:
A pouca opção de armas e de customização no personagem é um pouco chata. Lembro-me de quando as criaturas dropavam itens, além do XP, isso tornava as lutas muito mais animadora, pois conseguir aquele item de 0,1% chance de drop dava uma sensação de dever cumprido. No quesito história, mesmo que bem-feita e construída, ainda creio que faltou emoção, algo que me fizesse sentir aquela explosão de alegria, ódio ou tristeza, apesar do final épico.

Conclusão:
Além de estar totalmente legendado em sua versão Steam, o jogo é um tributo notável à velha guarda dos games e uma ótima indicação para quem quer conhecer a série hoje e ainda sentir um pouco da “essência retrô”.
Posted 23 June, 2016. Last edited 21 November, 2023.
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