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49.5 hrs on record (19.0 hrs at review time)
Estou sem palavras. É incrível como o Studio MDHR conseguiu juntar um projeto artístico tão incrível a uma jogabilidade extremamente funcional. É um jogo simples, fácil de entender e bem intuitivo. Tudo nele beira a uma perfeição, tanto que arrisco dizer que é um dos melhores jogos de plataforma desde os grandes clássicos, se não o melhor.

Em relação aos gráficos do jogo, não preciso dizer muita coisa, ele fala por si só. É um jogo todo feito à mão, eu tive a sensação de que estava jogando um desenho animado dos anos 30. A experiência é maravilhosa e a vontade que eu tenho é de perder de propósito para os chefes, só para ficar olhando a animação.
E a música nem se fala, são 3h de jazz. Combina com o estilo, além de ser uma música extremamente agradável e impactante, lhe mantém focado e constantemente motivado. A parte artística toda junta é tão boa que fica difícil se zangar com o jogo só porque você está perdendo sem parar. E você perderá. Sem parar.

E é sobre isto mesmo que sinto a necessidade de falar: a dificuldade. Olha, o jogo ganhou o título de "Dark Souls das plataformas", mas não é bem assim. A maioria dos jogadores de hoje em dia não estão acostumados com a dificuldade de clássicos como Contra e Megaman (jogos nos quais o Studio MDHR se baseou fortemente). Dê um Megaman X2 para um gamer de hoje em dia zerar e ele jogará o controle no chão. Cuphead é difícil? Sim. Extremamente difícil. Mas não chega a ser um injusto. Não é impossível passar de uma fase ou de um chefe de primeira (até porque eu o fiz), só é muito difícil. Muita coisa acontece ao mesmo tempo, você tem que ser bom no analógico.

A coisa é tão séria que para o pessoal mais hardcore, o jogo é pequeno. Com 4 horas de jogo eu já estava em quase 50% do progresso total, o que é bastante, diga-se de passagem. Mas há pessoas que em 3 horas realmente não conseguiriam passar de alguns chefes mais complicados. Então o tempo de jogo também depende da sua habilidade no joypad. Mas de qualquer forma, para os que têm mais dificuldade, todo chefe tem seu modo fácil e médio (e uma vez zerado, o jogo lhe oferece o modo difícil também).

Ele também trás uma variedade bem grande, como um todo. Dá para escolher vários tipos de armas, especiais, etc. Sem falar que nenhum chefe tem a mesma mecânica. É sempre uma coisa nova a cada vez que você entra numa fase, de forma que o jogo explora muitas mecânicas com poucas funcionalidades. Para um jogo cujo personagem que só pula, atira e esquiva, o número de estratégias que dá para bolar é até bem alto.

A história é relativamente simples, mas também não é disso que um jogo de plataforma precisa. Apesar de simples, foi bem criativa e nos lembra muito daquela atmosfera macabra dos desenhos antes do Hays Code de 1930. E mesmo se não fosse uma boa ideia, em nada afetaria o rumo do jogo, que é bem legal.

Em resumo, é um jogo quase impecável. Sério, é realmente difícil achar um ponto negativo. Cuphead prometeu desde 2014 que ia ser um dos melhores títulos do ano em que fosse lançado, e cumpriu isso. Superou as expectativas de todo mundo. 10/10, meus caros.
Posted 30 September, 2017.
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3.6 hrs on record (2.9 hrs at review time)
P.S. O jogo não é um spin-off, mesmo que eu diga isso na review. Erro meu, perdão aí, galera. ^^'
P.S.2. O jogo também não é 3D
(Não quis editar diretamente o texto da review)

Sinceramente, se você acha que esse jogo é só mais um FNaF, abandona essa ideia. Se desvincule de qualquer pensamento que você tem da franquia, porque Sister Location quebra barreiras e tabus do Five Nights.

A gente pode começar dizendo que os gráficomelhoraram absurdamente, a parte gráfica é toda em 3D (e não mais um 3D sobreposto numa imagem 2D), você pode até ver como o movimento das coisas afetam o ambiente, como as sombras que passam no elevador.
A história é bem rasa, mas isso se deve ao fato de Sister Location ser só um spin-off, boa justificativa. Mesmo assim, há uma história por trás do jogo, ela só parece não seguir o mesmo rumo das outras, e sim um caminho completamente diferente.

Ah, sobre os sons. Agora nós temos vozes. Mas não de uma forma raza como a gente via no Phone Guy e sim diálogos, os animatronics têm caixas de som. Ouvir Ballora falando contigo, por exemplo, é muito aterrorizante.

Sem falar que a jogabilidade é muito variada, você nunca vai estar fazendo uma coisa específica. Não é como nos jogos anteriores: Pegar câmera, fechar câmera, luz, luz, porta, porta, repita; Ou: porta, ouvir, voltar, guarda-roupa, lanterna, fechar, repita. Não. Para cada parte do jogo você tem atividades diferentes para fazer, então mecânicas novas estão sendo introduzidas a todo momento. E minha nossa, que mecânicas filhas de uma put*. Elas criam uma tensão muito grande para o jogo ao ponto de você ficar completamente apreensivo.

Há certas cenas que são cômicas (apesar de serem poucas, muito curtas e não rancarem gargalhadas), o que lembra muito a fórmula de filme de terror comum, apresentar uma cena aparentemente inofensiva para depois introduzir "a paulera". É exatamente essa fórmula que ele segue e segue muito bem. Mesmo assim, a sensação de perigo é iminente e muitas vezes você sente como se seu personagem fosse um objeto. Outra coisa interessante é que há checkpoints nas noites, que funciona para cada atividade diferente que você faz nela.

Pode não ser o terror mais pesado da história, mas é muito mais pesado que o dos FNaFs anteriores.

De toda a franquia, esse é o melhor, sem sombra de dúvida.
10/10!
Posted 7 October, 2016. Last edited 15 January, 2022.
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5.7 hrs on record (2.7 hrs at review time)
Vai depender muito do seu gosto, meu caro.
BattleBlock Theater é um jogo indie de plataforma multiplayer (local ou online), ação e aventura, feito ao mesmo molde de Alien Hominid e Castle Crashers (Jogos Anteriores da The Behemoth): Na base da zoeira.

Apesar de não apresentar um gameplay lá muito inovador e o número de botões ser muito grande (para um simples jogo de plataforma), você se diverte fácil por conta das fases serem pequenas. Você as interpreta como pequenos desafios rápidos e divertidos- Ah, perder também não é muito provável, já que você pode morrer quantas vezes que quiser na maioria das fases. Tudo o que vai perder se morrer muito é o timing do nível.

A trilha sonora é nostálgica e inteligente, a gente se diverte fácil com ela. As melodias são tanto estúpidas quanto bem colocadas. Falando de arte, do gráfico nunca trato de falar muito, mas o estilo artístico é maravilhoso. Mais uma vez essa forma cômica e extrovertida da Behemoth e do Dan Paladin de expressar as características dos personagens diverte e cativa a todos.

Um dos impactos fortes do jogo são, entretanto, a grande disponibilidade de personagens e armas e o Level Editor. Apesar dos personagens em nada diferirem no gameplay, assim como em Towerfall, você se sente melhor usando uns do que outros e eles são adquiridos através de compra com gemas (do próprio jogo) ou com condições especiais. O editor de levels é suave e fácil de usar. Nada é muito difícil de se fazer nele e se tiver um pouco de criativade, conseguirá criar fases suavão.

E eu não poderia, obviamente, esquecer do narrador, que fica o jogo todo na sua cola. Ele vai te perseguir no menu, na seleção de personagens, antes das fases, durante as fases, quando você termina uma fase, fora delas, em todos os cantos ele vai estar lá com a voz chata dele, fazendo piadas e comentários cômicos. Todos adoram ele. É um jogo relativamente diferente e bem divertido, mas que pode te enjoar fácil. De qualquer forma, vale a pena.
Posted 30 June, 2016.
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41.3 hrs on record (23.3 hrs at review time)
Vou começar dizendo que o jogo tem um gameplay bem divertido. De dois ou mais jogadores é bem melhor, obviamente, mas sozinho também não é de todo mal, principalmente considerando que o jogo vai fazer de todo tipo de graça para você se sentir num circo. Mas não se preocupe, que você nunca será obrigado a jogar sozinho, você sempre poderá achar alguém online para fazer isso contigo!

O gameplay não é lá dos melhores, principalmente porque uma das técnicas do jogo (Juggling) te deixa completamente OP, sendo quase que impossível perder, a não ser que você não tenha muito costume de jogar ainda. Tanto que não é muito difícil zerar o jogo sem morrer da terceira ou quarta vez. E falando em zerar o jogo multiplas vezes, não é lá muito aconselhável fazer isso. O número de fazes não é tão grande e você enjoa fácil delas, principalmente considerando que para desbloquear alguns personagens é necessário que se zere o jogo todo de novo com algum outro. Há ainda um contra que é o número absurdo de botões, realmente absurdo para um jogo simples assim. Tirando os analógicos, há um total de 8 fodendo botões- Qualquer iniciante se perde fácil.

Em relação à escolha de design, ela é ótima. A arte de Dan Paladin é alegre e divertida. Mesmo em cenário de guerra e morte ele faz tudo parecer lindo e "gotôsu". Eu realmente amo o estilo em que foi desenhado- Ainda mais agora que o jogo recebeu um upgrade no gráfico.

Ele te oferece diversos personagens, animal orbs (pequenos animais com funções específicas que ficam na tua cola te ajudando) e armas diferentes para se escolher, o que é uma coisa muito boa porque te dá uma grande diversidade. Sem falar que numa mesma run, dois jogadores diferentes podem divergir em relação à sua habilidade, já que as armas mudam os stats e a evolução desses é escolhida por você. Por exemplo, um jogador pode ter seu personagem com 10 de força e 2 de magia com uma arma que dá +3 de defesa, enquanto outro pode ter 5 de força e 7 de magia usando uma arma que dá +1 de defesa.

Mas os personagens, apesar de muitos (30 e cacetinha) são meio chatos para se desbloquear, já que a maioria vem só depois de você zerar o jogo todo de novo com algum outro personagem, torando a experiência realmente desagradável.
Ainda há a chance dele ser uma bosta quando chegar no seu menu, já que alguns personagens são sim inferiores a outros (alguns são quase que inúteis a não ser que você tenha um level elevado), principalmente em relação à magia.

Só não espere uma história muito bem elaborada porque... Na verdade nem tem história. Tudo o que sabemos é que quatro princesas foram raptadas, juntamente com um cristal lá do rei e você tem que sair matando todo mundo por chupetas trocentos reinos. Esse é o apanhado resumido, então não espere nada de incrível desse lado, é bem bestinha mesmo...
...Mas a trilha sonora é bem fofa.

Super recomendo esse jogo, é uma obra prima com algumas falhas até que graves, mas que deixamos passar porque todo mundo ama The Behemoth!
Posted 20 June, 2016.
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14.0 hrs on record (2.3 hrs at review time)
É um jogo realmente incrível! Se você está habituado ao estilo de Towerfall ou Lethal League, vai adorar isso! É um jogo rápido, onde tudo é baseado em "timing". Consiste em uma arena que abriga de 2 a 4 players ( jogadores e/ou CPUs ), onde o intuito é ser o último a sobreviver. Se você já jogou esse tipo de jogo, sabe que multiplayer será muito mais divertido, apesar do modo campanha (Modo História) ser bem legal também! O que tem em Wand Wars que dá a ele a vantagem sobre Towerfall é a opção de botar CPUs no modo versus- Mas nada de jogar online! Ele não tem suporte.

O gameplay é louco de tão rápido, mas isso é algo positivo! Ainda mais se você considerar que cada partida começa numa velocidade média que vai aumentado gradativamente. Também não é um jogo que te coloca no meio e fala "Vamos, descobre aí como morrer", como FNaFWorld faz. Não... Só passe pelo tutorial e você descobrirá como o jogo é simples. Até usando o teclado a experiência é muito boa pois os controles são muito suaves.

Simples, porém cheio de conteúdo. Tem um número bem grande de fases e personagens, sem falar dos inúmeros itens que você pode adquirir no estágio. Sério, só olha o número de conquistas que tem na Steam, tem conteúdo para caralh*. Gráficos, apesar de terem sido feitos em pixel art (Não vejo problemas nisso, até elogio!) são incrivelmente bem feitos e muito detalhados! A trilha sonora é toda retro, mas nada de sons irritantes. É na verdade até bem animada e excitante! Sem falar que há muita coisa para desbloquear, e isso faz com que você queira jogar cada vez mais e mais. Dito isso, vou listar de forma mais simples os aspectos positivos e negativos dele:

POSITIVOS:
.Gameplay simples;
.Muito conteúdo;
.Controles suaves;
.Ideia inovadora;
.Muito desafiante...
.Muito empolgante...
.E MUITO divertido;
.Ótima trilha sonora;
.Ótimo design e concepts;
.Modo história (muito bonitinho por sinal);
.Tem galinhas.
.Tem galinhas com capas.
.Tem uma compabilidade total com o controle;
.Tem cartinhas!;
.Opção de botar players CPU;
.Compatibilidade com a Nuvem Steam;
.Pouquíssimos bugs;
.Acabamento gráfico impressionante;
.Faz você se sentir badass;
.Sério, tem muita galinha...

NEGATIVOS:
.Não tem compatibilidade online;
.O modo história sempre começa muito fácil e sempre acaba muito difícil;
.Desbloqueio de fases, personagens e itens é muito fácil;
.Problemas com a mira (quando usando o teclado apenas);
.Vicia para caramba... Você vai perder de ano por causa dele, seu bosta.
Posted 15 April, 2016.
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18.9 hrs on record (8.2 hrs at review time)
Esse jogo é impressionante do começo ao fim. O gráfico, logo de início, pode não parecer tão bom, mas acredite, Toby Fox e "o resto" fizeram um ótimo trabalho com o design (tanto das fazes quanto dos personagens) e com a pixel art.

Mas não importando o gráfico, o jogo é perfeito para os amantes de RPG. Ele apresenta o gênero a partir de uma perspectiva completamente diferente do habitual, mostrando como RPGs podem estar ligados a suas raízes sem se tornarem monótonos. O sistema de batalha é muito bom e realmente engraçado.

O jogo tem finais alternativos e as suas escolhas afetam diretamente no tipo de final que o jogo vai te apresentar. Falando nisso, a história é simplesmente incrível. Além de ser muito bonita e impactante, você tem a chance de ver os dois lados da história, o que torna as suas escolhas muito mais difíceis de serem tomadas.

A música é incrível. Em certos pontos ela toma um rumo mais 8-bit, e em outros um estilo mais tradicional, mas de uma forma ou de outra, saiba que a trilha sonora é ótima (não é a toa que ela é tão cara quanto o próprio jogo). Além de tudo isso, apresenta inúmeros easter eggs e referências maravilhosas! Se eu fosse apontar um ponto negativo no jogo, apontaria a capacidade do criador de nunca perder uma piadinha.

Não é um jogo muito longo, eu particularmente levei 5 horas para completar um dos finais. Alguns rumos vão tomar mais tempo do que outros (como o caminho do genocídio e da rendição), mas de uma forma ou de outra, o conteúdo que está no jogo nunca vai ser enorme, tenha isso em mente quando comprar.

Resumindo, ótima pixel art, trilha sonora bem trabalhada, história muito bem executada, jogabilidade inovadora e engraçado pacas! 10/10!
Posted 23 March, 2016.
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14.7 hrs on record (7.9 hrs at review time)
Olha, vou dizer logo de cara que se você não for um grande fã da franquia de FNaF, nem invente de comprar esse jogo, porque ele peca muito como RPG... E como jogo também. Mas sou uma pessoa justa e vou apontar os aspectos positivos e negativos dele:

Positivos: O jogo tem um estilo bem interessante; Não é necessariamente fácil, mas não é estupidamente difícil; Tem uma grande quantidade de personagens disponíveis, e a maioria deles não é difícil para desbloquear; São 6 mundos e uma gama enorme de inimigos; Tem um sistema de batalha turno por turno, mas em tempo real (você vai entender se jogar); Tem um monte de easter eggs e referências muito legais- Na tela de carregar, sempre aparece um personagem e uma frase abaixo dele. A do Balloon Boy, por exemplo é "O favorito de todo mundo". Alguns podem tirar uma boa risada de você, se está acostumado com a comunidade; A parada tem finais alternativos; A trilha sonora é maneira; Vicia... Muito; É FNaF, então...

Negativos: O jogo não tem nenhum tutorial, ele simplesmente te joga lá e fala "Toma, te vira"- Demora inclusive um tempinho para você entender a mecânica do jogo; Ele foi feito às pressas (mas muito às pressas)- Só procure uma imagem da tela de iniciar e você vai entender do que estou falando; O overworld é irritante- É todo pixelado. Não que eu esteja clamando para gráficos, mas para quem vem acompanhando o jogo sabe que o overworld não ia ser assim, e vê-lo dessa forma é brochante; Como RPG, a maioria está esperando uma história aprofundada- Pode esquecer. O jogo não tem história quase nenhuma; Não existe um menu onde você pode ler sobre os personagens ou seus ataques. Chega a ser frustrante; A trilha sonora é irritante- Sim, eu sei que eu disse anteriormente que ela é maneira, mas somente em parte; Tem muito bug, mano. Você não faz ideia; Ele tem uma coisa que eu gosto de chamar de "GuessingPot". Significa que de vez em quando você tem que ser o oráculo ou ter os olhos de águia para prosseguir; Custa R$ 20,00. Sinceramente, não vale nem R$10,00...

Entretanto, se você já vez seguindo a franquia FNaF há um bom tempo, comprá-lo não é nenhum desperdício (só não é nenhum lucro também). O problema dele é bem parecido com o de Watch Dogs, galera, promete muito- faz pouco. Scott vacilou? Sim. Ele foi um babaca. Se eu fosse ele eu não lançaria um RPG lixo como esse- Mas para quem gosta da franquia é uma dádiva. Super divertido e bem mais viciante do que deveria.
Posted 21 January, 2016.
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19.6 hrs on record (14.0 hrs at review time)
Fran Bow. O que dizer desse jogo impecável?
O jogo tem de tudo para ser classificado como não somente um dos melhores, mas sim o melhor jogo de point-and-click de terror de todos os tempos. O por quê desse título avassalador? Bem, porque o jogo é simplesmente genial!

Primeiramente, a ideia do jogo é simplesmente maravilhosa, nunca pensaria em algo assim, foi uma total surpresa encontrá-lo na última semana;

A história do jogo é muito boa, colocando um mistério que emana desde o começo até o fim, e apresentando tanto cenários como personagens muito cativantes;

O jogo faz jus ao seu gênero. É muito bom saber que existem pessoas lá fora que decidiram revolucionar os jogos de terror. Sabe, o que você geralmente vai esperar de um jogo de terror? Sustos, sustos e mais sustos. Esse jogo se destaca completamente entre sua categoria, pois ele apresenta um terror psicológico. Você raramente vai tomar um susto aqui, mas certamente vai ficar com medo de tomar as pílulas para entrar em alguma das salas do fundo;

Não dou muita importância para o gráfico dos jogos, mas tenho que dar meus parabéns ao Killmonday. Esse estilo nostálgico que certamente deve ter sido inspirado nas criações de Tim Burton e nas paralelas mágicas de Alice no País das Maravilhas vai ficar preso na sua cabeça para sempre;

A mecânica introduzida aqui é bem inovadora, te obrigando a alternar entre mundos em diversas ocasições;

Os puzzles apresentados são de todos os gostos. Rápidos e demorados, fáceis e difíceis. Mas acima de tudo eles são engenhosos. Utilizam muito da sua atenção para a história do jogo, o que não é algo difícil de fazer, pois os personagens te mantêm totalmente agarrado com os acontecimentos;

E por fim, eu pessoalmente devo dizer que poderia dar uma nota 10 à esse jogo se não fosse por algo: Os bugs e os problemas de compatibilidade.
Fran Bow tem muitos erros fatais que acontecem se alguns objetos de colisão não realizarem seu devido trabalho, então jogar nas pressas só vai fazer com que você tenha que reiniciar o capítulo. Sem falar que se sua placa de vídeo for muito boa, provavelmente não vai rodá-lo por causa da execução entre os x32 e os x64 bits ( O jogo foi feito numa calculadora, só pode...).

Mas fora esses problemas técnicos ( dos quais os produtores já tomaram a liberdade de iniciar uma resolução através dos patchs ) que infelizmente só serão corrigidos daqui a um tempo, o jogo se apresentou de uma forma impressionante.

Recomendo para todos aqueles que não tenham um computador de última geração.
Posted 31 August, 2015.
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3.3 hrs on record (2.2 hrs at review time)
Ink é incrível. Ele é um dos únicos jogos do gênero plataforma ( mais especificamente hardcore ) da atualidade que conseguiram apresentar um conceito novo.

A partir do momento em que se torna necessário usar de sua noção espacial para completar as fases, a dinâmica do jogo muda completamente.

Olhando pelo lado bom, o jogo é divertido, colorido, interessante e inovador;
Entretando, alguns podem se queixar que a jogatina pode ser complicada, já que os controles são muito " escorregadios " e que existe apenas 75 fases, sendo todas elas bem curtinhas.
Posted 9 August, 2015.
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105.5 hrs on record (23.8 hrs at review time)
Towerfall Ascension é um jogo complicado de explicar. Primeiramente tenha em mente que você não vai ter muito lucro com ele sem controles ( não necessariamente, mas preferencialmente de XBOX ) e o mais importante, amigos. O jogo tem um modo single player chamado " Quest " que pode ser jogado apenas com um jogador e inclusive com o teclado, mas ele não tem muito a oferecer.

A verdadeira diversão do jogo está no massivo modo multiplayer local, apresentando até 4 slots de jogadores numa mesma arena. Você pode escolher entre diversos arqueiros ( apesar de apenas o visual deles mudar ) em várias arenas únicas com flechas especiais diversificadas.

O gráfico do jogo não é ruim, como muitos dizem. É retrô, faz uma menção à era dos 16-32 bits.

Aliás, as mecânicas e fatores visuais do jogo interferem bastante na sua jogatina. Por exemplo, quando a flecha passa de raspão por sua cabeça, você perde seu acessório ( touca, chapéu, cachecol ); Quando sua flecha passa por uma torcha ela pega fogo, etc.

É um jogo incrível pois permite que qualquer um o jogue sem muitas dificuldades, já que apresenta controles bem simples. Entretanto, só os veteranos sabem o quão insanas as partidas podem ser.
Posted 27 July, 2015.
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