Установить Steam
войти
|
язык
简体中文 (упрощенный китайский)
繁體中文 (традиционный китайский)
日本語 (японский)
한국어 (корейский)
ไทย (тайский)
Български (болгарский)
Čeština (чешский)
Dansk (датский)
Deutsch (немецкий)
English (английский)
Español - España (испанский — Испания)
Español - Latinoamérica (испанский — Латинская Америка)
Ελληνικά (греческий)
Français (французский)
Italiano (итальянский)
Bahasa Indonesia (индонезийский)
Magyar (венгерский)
Nederlands (нидерландский)
Norsk (норвежский)
Polski (польский)
Português (португальский — Португалия)
Português-Brasil (португальский — Бразилия)
Română (румынский)
Suomi (финский)
Svenska (шведский)
Türkçe (турецкий)
Tiếng Việt (вьетнамский)
Українська (украинский)
Сообщить о проблеме с переводом
Conheci ele jogando Lethal Company. No começo, ele parecia um cara tranquilo — sempre ajudava no loot, segurava a porta e distraía o monstro pra me salvar. A gente foi jogando mais, virou amizade de verdade, papo todo dia, confiança total.
Um dia ele me chamou pra jogar na casa dele. Topei de boa. Cheguei lá, ele tava meio estranho, mas achei que era só nervosismo. Começamos a jogar, tudo tranquilo… até que ele apagou as luzes e disse:
— "Tá escuro aqui… vem mais perto."
Eu ri, mas ele segurou meu braço e sussurrou:
— "Você confia em mim, né?"
Tentei me soltar, mas ele apertou mais forte, a respiração pesada no meu pescoço. Meu coração disparou. Tentei sair, mas ele disse:
— "Relaxa… é só um jogo."
Empurrei ele com força, saí correndo e nunca mais falei com ele. Até hoje me pergunto como é que eu fui confiar tanto assim…
═▂▄▄▓▄▄▂
◢◤ █▀▀████▄▄▄▄◢◤
█▄ █ █▄ ███▀▀▀▀▀▀▀╬
◥█████◤
══╩══╩══
╬═╬ Sobe aí que o pai carrega, vamo!
╬═╬
╬═╬
╬═╬
╬═╬
╬═╬
╬═╬
╬═╬☻/
╬═╬/▌
╬═╬/ \